julho 27, 2009

Enquanto a Sofia olhava pela janela lembrava de quando viu o arco-íris pela primeira vez:
- Ahh eram tão vivas as cores...
Se por ela dependesse o passar do tempo, morreria admirando o Sol, a Lua e claro, o arco-íris.Mas a pequena não podia de modo algum esfacelar o rigoroso Sr.Tempo para poder viver de seu prazer.
Pobre Sofia,
cresceu, não tinha mais tempo para admirar o Sol, a Lua pudera então o arco-iris!
Era como se não tivesse mais os mesmos sonhos, os mesmos desejos.
Enquanto dava seus últimos suspiros lembrou-se de como eram fortes e lindas as cores que iluminavam o céu quando criança.Rendeu-se, suspirou forte:
- E que eu possa me encontrar com as nuvens coloridas para enfim estar feliz,
Descansou em paz.

4 comentários:

Ana Claudia Machado disse...

Nooossa....
to sentindo um ar muito sensível nessas palavras...

como diria o Má:

"Sera se?"


bjomeliga!

Ana Claudia

Anônimo disse...

Acho que nasci na parte errada.
Devia ter nascido no céu.

Perco longas horas ainda na minha vida vendo o sol passear, as nuvens dançando, e me sinto imensamente privilegiada quando vejo o arco-íris (na nova ortografia, arco-íris tem hífen?)

Mas, pensando bem, se tivesse nascido no céu, ia ficar de lá olhando pra Terra, e pensando que deveria ter nascido lá embaixo, pra poder ver de perto as pessoas e coisas bonitas que ainda vejo por aqui, principalmente se no meu computador celeste eu lesse as coisas tão lindas do seu blog.

Ia pensar: "Que essa preta escreve umas coisas boas de se ler!"

Beijo nega!

Ana Claudia Machado disse...

Adorei o comentário da Zá!

Aliás....
que pretas são essas que escrevem coisas boas de se ler?

Vocês me surpreendem!

Adoro!


Ana Claudia

Anônimo disse...

Ah!
Esqueci de dizer:

Arco-íris é coisa de gay.