Enquanto a Sofia olhava pela janela lembrava de quando viu o arco-íris pela primeira vez:
- Ahh eram tão vivas as cores...
Se por ela dependesse o passar do tempo, morreria admirando o Sol, a Lua e claro, o arco-íris.Mas a pequena não podia de modo algum esfacelar o rigoroso Sr.Tempo para poder viver de seu prazer.
Pobre Sofia,
cresceu, não tinha mais tempo para admirar o Sol, a Lua pudera então o arco-iris!
Era como se não tivesse mais os mesmos sonhos, os mesmos desejos.
Enquanto dava seus últimos suspiros lembrou-se de como eram fortes e lindas as cores que iluminavam o céu quando criança.Rendeu-se, suspirou forte:
- E que eu possa me encontrar com as nuvens coloridas para enfim estar feliz,
Descansou em paz.
4 comentários:
Nooossa....
to sentindo um ar muito sensível nessas palavras...
como diria o Má:
"Sera se?"
bjomeliga!
Ana Claudia
Acho que nasci na parte errada.
Devia ter nascido no céu.
Perco longas horas ainda na minha vida vendo o sol passear, as nuvens dançando, e me sinto imensamente privilegiada quando vejo o arco-íris (na nova ortografia, arco-íris tem hífen?)
Mas, pensando bem, se tivesse nascido no céu, ia ficar de lá olhando pra Terra, e pensando que deveria ter nascido lá embaixo, pra poder ver de perto as pessoas e coisas bonitas que ainda vejo por aqui, principalmente se no meu computador celeste eu lesse as coisas tão lindas do seu blog.
Ia pensar: "Que essa preta escreve umas coisas boas de se ler!"
Beijo nega!
Adorei o comentário da Zá!
Aliás....
que pretas são essas que escrevem coisas boas de se ler?
Vocês me surpreendem!
Adoro!
Ana Claudia
Ah!
Esqueci de dizer:
Arco-íris é coisa de gay.
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